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A Expressão na Consciência Natural - por Ramy Arany

“Na consciência natural tudo se expressa pela naturalidade do ‘ser’, pois o vento ‘é’ vento, por isto venta; o calor ‘é’ calor, por isto aquece; a chuva ‘é’ chuva, por isto chove; a luz ‘é’ luz, por isto ilumina. Porém, não é sobre a redundância gramatical, nem sobre a obviedade deste entendimento que me encontro falando, e sim, sobre a profundidade da naturalidade do ser, que permite que a expressão se manifeste em extensão àquilo que realmente ‘é’ em essência.” (Ramy Arany – Visão Gestadora, a visão em teia – p.30)
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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quando a Expressão é Verdadeira Comunicação

Por Cinthia Almeida

A forma do nosso corpo, a sonoridade de nossa voz, a maneira como nos vestimos, as palavras que escolhemos falar, a cor dos nossos olhos, as nossas roupas, a maneira como respiramos e qualquer outra característica ou parte de nós expressa e comunica quem nós somos e/ou como estamos no momento. Então, existe diferença entre expressar e comunicar?
Em essência, observo que não. Em essência a expressão é a própria comunicação. No entanto, quando nós, seres humanos (que pensamos, sentimos, imaginamos e somos frequentemente gestando conflitos e desequilíbrios de toda ordem) apenas nos expressamos sem o foco de comunicar, tornar comum verdadeiramente, ocorrem desastres.


Expressar é algo que fazemos o tempo todo, sem que precisemos pensar nisso. Aliás, é provável que a maior parte de nossa expressão seja inconsciente. Muitas vezes, só percebemos que estamos irritados, quando alguém comenta conosco: “- O que aconteceu? Você está irritado (a)?”.
Quando a expressão ocorre sem o foco da comunicação, essa expressão tende a ser reativa, fragmentada e egoísta. Há uma grande diferença entre expressar um sentimento, uma emoção ou um pensamento e comunicar. Quando expressamos com o sentido da comunicação, nós necessariamente nos interessamos pelo outro. E quando meramente expressamos com o foco somente em nós mesmos e na necessidade de colocar para fora algo, não construímos a comunicação e provocamos no outro uma reação superficial ao que expressamos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Somos conhecidos pelo que expressamos.

Por Cinthia Almeida 

A todo instante em nossa existência estamos nos expressando. Fato. E, quer seja ou não nossa intenção, o que expressamos é o meio pelo qual as pessoas e todos os seres que nos rodeiam nos conhecem e orienta a maneira como reagem a nós. É pelo que expressamos que somos conhecidos. E é provável que na maior parte do tempo nos expressemos sem o foco da comunicação, no entanto a comunicação se realiza e o que expressamos retorna para nós de uma maneira ou de outra.
Expressar é trazer de dentro para fora, é tornar visível, claro. Podemos entender a expressão como o fio que vai tecendo a comunicação. Para comunicar é necessário expressar a própria comunicação.
Quem nós somos e o que pensamos e sentimos se torna visível, expresso nas palavras que utilizamos, na qualidade de nossa voz ao falar, em nossa postura corporal, gestos, expressões faciais, no cheiro que exalamos, na energia que emitimos com nossa presença e nas roupas com que nos vestimos. Assim como, o que expressamos é fruto daquilo do qual nos alimentamos, seja este alimento de ordem intelectual, espiritual, mental, emocional, físico, energético, sensorial.
Só podemos expressar aquilo que realmente somos, mesmo que desenvolvamos técnicas para parecer com aquilo que gostaríamos de ser. Mas neste último caso é comum que a expressão revele, mesmo que sutilmente: falsidade, ambigüidade, estereotipia e falta de naturalidade.
O trabalho que realizo e que vou divulgar neste blog visa orientar o ser a desenvolver sua capacidade de expressão em harmonia com sua individualidade, de dentro para fora, e desse modo fortalecer sua presença verdadeira na comunicação, que constrói a teia da nossa existência.

Um abraço!